Após os primeiros capítulos da novela de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari já dá pra perceber que a Globo quer tirar o cheiro de mofo que ficou no horário das sete após "Guerra dos Sexos". A novela se passa em São Paulo e já se mostrou solar e jovem, com os seis protagonistas com idades na casa dos 20. A característica do horário é o apelo ao humor e "Sangue Bom" já divertiu no primeiro capítulo com Giulia Gam reinando soberana e dando show na pele da atriz decadente Bárbara Ellen, uma mistura de Susana Vieira com Ana Maria Braga. Soltou frases impagáveis ao longo da semana como "Fui eu quem paguei seu DRT!", para o marido canastrão e "Parem de comer, quero todo mundo com cara de abatido", para os filhos na mesa do café da manhã no dia do velório do mesmo marido. Já dá pra sentir que ela fará misérias com a personagem.
Malu Mader vem encarnando uma garçonete pobre, e não compromete, embora ainda não tenha acertado no tom da personagem. Outra que precisa descer um pouco é Marisa Orth com sua Damáris, que lembra os trejeitos da Rita de "Toma lá dá cá" e de Úrsula Lane de "Bang Bang". Bruno Garcia, competente como sempre, faz uma boa dobradinha com a linda Letícia Sabatella, que embora seja excelente atriz, ainda parece não saber com certeza o que sua Verônica tem a dizer. Regiane Alves está ótima como a insegura Renata, que não sabe com certeza se quer mesmo se casar com o noivo vivido por Armando Babaioff, que aliás, parece finalmente ter um papel à altura do seu talento.
Ingrid Guimarães promete ser um ótimo ponto de humor com sua Tina. Pelas primeiras cenas da personagem, dá pra perceber que atriz está levando alguns improvisos para a trama, o que só tem acrescentado pontos positivos.
E chegamos ao elenco central que é irregular. Ponto positivo para Isabelle Drummond, Fernanda Vasconcelos e Humberto Carrão, que conseguiram fugir dos clichês da menina-moleque, a estudante boazinha e o órfão ressentido. Marcos Pigossi, Sophie Charlotte e Jayme Matarazzo ainda precisam fugir da chatice que ameaça os seus personagens, cada um de uma forma. Mas ainda falta muito chão pela frente e pode ser que eles consigam.
A trama em si, foca no mundo da fama, do poder e da necessidade de estar sempre no foco das atenções. Tudo isso faz contraponto com o "núcleo pobre" da trama. Coloco núcleo pobre entre aspas, porque na maioria dos casos, eles são mais bem de vida do que eu.
A trilha sonora por vezes incomoda com o excesso de gritos do Sambô, mas tem Agridoce, Ney Matogrosso e Monique Kessous para compensar. A abertura lembra muito as de Malhação em temporadas passadas, mas é bonita e mostra bem que é hora de trazer cor denovo ao horário das sete.
Malu Mader vem encarnando uma garçonete pobre, e não compromete, embora ainda não tenha acertado no tom da personagem. Outra que precisa descer um pouco é Marisa Orth com sua Damáris, que lembra os trejeitos da Rita de "Toma lá dá cá" e de Úrsula Lane de "Bang Bang". Bruno Garcia, competente como sempre, faz uma boa dobradinha com a linda Letícia Sabatella, que embora seja excelente atriz, ainda parece não saber com certeza o que sua Verônica tem a dizer. Regiane Alves está ótima como a insegura Renata, que não sabe com certeza se quer mesmo se casar com o noivo vivido por Armando Babaioff, que aliás, parece finalmente ter um papel à altura do seu talento.
Ingrid Guimarães promete ser um ótimo ponto de humor com sua Tina. Pelas primeiras cenas da personagem, dá pra perceber que atriz está levando alguns improvisos para a trama, o que só tem acrescentado pontos positivos.
E chegamos ao elenco central que é irregular. Ponto positivo para Isabelle Drummond, Fernanda Vasconcelos e Humberto Carrão, que conseguiram fugir dos clichês da menina-moleque, a estudante boazinha e o órfão ressentido. Marcos Pigossi, Sophie Charlotte e Jayme Matarazzo ainda precisam fugir da chatice que ameaça os seus personagens, cada um de uma forma. Mas ainda falta muito chão pela frente e pode ser que eles consigam.
A trama em si, foca no mundo da fama, do poder e da necessidade de estar sempre no foco das atenções. Tudo isso faz contraponto com o "núcleo pobre" da trama. Coloco núcleo pobre entre aspas, porque na maioria dos casos, eles são mais bem de vida do que eu.
A trilha sonora por vezes incomoda com o excesso de gritos do Sambô, mas tem Agridoce, Ney Matogrosso e Monique Kessous para compensar. A abertura lembra muito as de Malhação em temporadas passadas, mas é bonita e mostra bem que é hora de trazer cor denovo ao horário das sete.

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