Me olhei no espelho e me vi diferente.
Não foi exatamente por fora que eu mudei. Embora a transformação que aconteceu tenha refletido muito nos meus olhos. De repente vi o passado se desprender de mim. Os fantasmas. O peso. A dor. As nuvens negras. Todo o lixo acumulado por anos de repente soltou-se e me vi leve, folha verde de verão, pássaro que escapa do laço do passarinheiro. Pessoas que insistiam em me manter presas, ficaram pra trás de repente, como placas velhas no meio da estrada, sumindo no retrovisor, ficando cada vez menores até desaparecerem de vez.
Como os animais que trocam de pele, assim foi. O velho, o desnecessário, o que já estava podre, caiu como escamas que se soltam. Entendi que não posso mais olhar e me fixar no passado. É tempo de acelerar. Pra frente. Com fé. Com Coragem. Há muita coisa pra viver. Há muito sonho pra sonhar. Há muito pra ser. Muito por fazer.
Lênin Willemen, 10 de fevereiro de 2012.
Feliz Vida Nova.
Não foi exatamente por fora que eu mudei. Embora a transformação que aconteceu tenha refletido muito nos meus olhos. De repente vi o passado se desprender de mim. Os fantasmas. O peso. A dor. As nuvens negras. Todo o lixo acumulado por anos de repente soltou-se e me vi leve, folha verde de verão, pássaro que escapa do laço do passarinheiro. Pessoas que insistiam em me manter presas, ficaram pra trás de repente, como placas velhas no meio da estrada, sumindo no retrovisor, ficando cada vez menores até desaparecerem de vez.
Como os animais que trocam de pele, assim foi. O velho, o desnecessário, o que já estava podre, caiu como escamas que se soltam. Entendi que não posso mais olhar e me fixar no passado. É tempo de acelerar. Pra frente. Com fé. Com Coragem. Há muita coisa pra viver. Há muito sonho pra sonhar. Há muito pra ser. Muito por fazer.
Lênin Willemen, 10 de fevereiro de 2012.
Feliz Vida Nova.
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