Na verdade são "alguéns". Seria injusto escolher uma das duas. São duas referências, dois portos-seguros nesse mundão grande por demais.
Luciana. O que dizer de Luciana, essa amiga que tenho há tantos anos? De todas as noites, de dias, de conversas, de sonhos, de humores, de risos, de olhares, de sensibilidade, de afeto, de idade, de energia, de fé. Essa amizade tão cheia de nuances e mistérios como a própria lua. Lua que nos une mesmo estando em cidades distantes, mas com o pensamento e o coração tão perto. Mesmo nesses últimos meses, que tenho sentido nossa amizade tão longe; quando penso que estou sozinho nesse mundo, quando parece que todos se afastam, eu fecho os olhos e lembro de Luciana. Porque sei que em qualquer estação da vida ela estará lá, com o mesmo sorriso, o peito aberto e um bom drink pra fazer esquecer tudo o que a vida faz doer. Luciana marcou a minha vida pelo simples fato de que ela é um pedaço de mim.
Tamires é um amor que ultrapassou o de homem-mulher. Não cabia, rs. É coisa de outro mundo, outras vidas, sei lá o quê. Esse sorriso, essa força, esse desprendimento, essa sede de quem precisa viver cada segundo da vida muito bem vivido me inspiram em muitos momentos. É uma ligação quase química, que eu quase arruinei. Mas ela teve uma grandeza que eu nunca vi na vida. Tão jovem, mas tão grande. Tamires é alguém que eu defendo com unhas e dentes, que eu faço questão que saibam como ela é especial. Tamires marcou um pedaço importante na minha vida, me ensinou muitas, muitas coisas. A principal delas: Nunca deixar o sonho morrer.
Amo vocês.
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